sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Apresentação / Borderlands

Rápida apresentação e depois um review bacaninha pra vocês!


Bom, eu sou o Braz, jogo desde... que o mundo é mundo, minhas notas são de 0 a 5 e meus gostos gamísticos variam de jogos de corrida até tetris no celular, passando por RTS, FPS e RPG.

Falando em FPS e RPG:




Borderlands!!

E falando em Borderlands...WTF!


É um jogo criado pela Gearbox e publicado pela 2k, tendo a última nos agraciado nos últimos anos com BELOS jogos como Bioshock, Dungeon Siege e os não tão belos como Family Guy Video Game e The DaVinci Code.


Então...


História (2/5)

A história em Borderlands é bastante falha ao meu ver. Ela começa 200 anos depois da descoberta do Vault (que original...) onde hipotéticamente existe um tesouro. Isso atrai caçadores de recompensa e você até o planeta Pandora, onde existem 3 chaves para abrir o tão almejado Vault. E a Storyline do jogo se baseia em você tentando a todo custo abrir o Vault e lutando contra os outros milhares de caçadores de recompensas como tu.

O que salva a história, é que cada um dos quatro personagens que tu podes escolher tem um passado diferente e até um ponto interessante, uma vez que cada classe tem o seu propósito diferente no jogo.

Classes:

Mordecai - Hunter




Mordecai foi a Pandora a procura de um homem chamado Yujinny, que teve alguma ligação com seu passado. Depois de descobrir que Yujinny morreu, Mordecai sai a procura da causa de sua morte e o que ele tinha consigo. Sendo um hunter, tem uma afinidade com Snipers e armas de longo alcance em geral e tem um Bloodwing (algo como um falcão cheio de esteróides) de estimação que também é o seu poder principal, podendo atacar seus inimigos.


Lilith - Siren




Lilith era uma humana, porém se tornou uma Siren (Sereia) ou Witch (Bruxa) depois de entrar em contato com tecnologia alienígena. Sirens eram seres humanos que ganharam poderes sobrenaturais e existem no universo apenas 6 Sirens e Lilith vai a Pandora a procura de uma suposta Siren que está no planeta. Sendo essa classe como um assassino, o jogador tem a habilidade da Phasewalk, que possibilita que Lilith passe para outra dimensão rapidamente em que fica invisível e se movimenta rapidamente.

Roland - Soldier



Roland fazia parte da Crimson Lance, uma espécie de máfia fortemente armada e treinada que existia em Pandora. Ele descobre que o líder dos Brigadiers tem um nome muito parecido com o de um homem que ele tinha jurado matar e portanto sai da "máfia". O seu poder principal é montar uma torre de suporte para combate a curta distância.

Brick - Berserker



Brick tem a história mais fraca de todos. Simplesmente ele está em Pandora procurando a irmã perdida. É um gigante, que pode entrar em Rage Mode e de repente seus socos ficam tão fortes quanto qualquer arma no jogo.


Gráficos (4,5/5)




Well, os gráficos de Borderlands são ótimos e não tem mais. Cell Shading sempre vai funcionar com jogos bem feitos, e como este jogo tem um clima Western/Mad Max, dá um outro nível à jogabilidade do que um Gears of War, por exemplo.


Efeitos Sonoros (3/5)

Embora os sons deliciosos de tu matando um Skag ou atropelando teus inimigos, não tem nada que chame a atenção e desperte um interesse a mais. Simplesmente bem feito, nada geniaaaal.


Jogabilidade (5/5)

AÍ! Aí é que o jogo vale a pena cada centavo!

Borderlands mistura FPS e RPG de uma maneira deliciosa como só fãs dos dois estilos podem entender.

Todo o sistema de build do teu personagem tem uma cara e um gosto de RPG excelente (do tipo sistema de dano ser por pequenos números pipocando pra fora da cabeça do inimigo) e ter essa experiência repassada pra um FPS de QUALIDADE é maravilhoso.


Árvore de Skills de Mordecai.


E MAIS!
A Gearbox fez um sistema de randomização de armas que é, no mínimo, embasbacante. Dizem por aí, que o número de armas possíveis é de 17 MILHÕES!!! (informação publicada pela própria Gearbox no PAX desse ano)

Esse gerador leva em conta desde o poder da tua arma até a distância de mira, passando por tamanho de cartucho, tipo de munição, velocidade de disparo, tamanho do corpo da arma, material fabricado e até os special damages, como efeito de fogo, elétrico e mais.
Isso quer dizer basicamente que ninguém até agora jogou o jogo com as mesmas armas. Contando que existam revólveres, pistolas, sub-metralhadoras, rifles de combate, escopetas, snipers, RPGs e até armas alienígenas feitas pela raça Eridian, que tem poderes sensacionais. E esse gerador também leva em conta os inimigos que tu encontras e as ações e possíveis tipos que eles podem ter/ser.

IMPECÁVEL!

Cada personagem, como citei antes, tem seus poderes individuas, que de acordo com as skills que tu aloca, podem ter mais poder, menos tempo de espera para reuso, algum dano elemental e assim por diante.


Replay (5/5)

O jogo tem embutido um sistema de múltiplos Playthroughs, em que tu é encorajado a jogar várias vezes. Uma vez que tu não consegue atingir o level máximo em uma vez, existe o Playthrough 2 em que tu podes continuar com teu personagem, os inimigos ficam mais fortes (e isso significa um loot cada vez melhor), tu podes matar todos os chefes novamente para experiência e itens melhores. E o replay tem seu valor multiplicado quando somado ao...

Multiplayer (5/5)

Também muito polido, o multiplayer de Borderlands não deixa nada a desejar. Tu podes criar um server para jogar com mais 3 pessoas cooperativo e avançar na tua própria história. Existem também arenas onde é possível lutar com seus amigos ATÉ A MOOOORTE! E realmente, boa parte da diversão é logar, pegar seus headsets e jogar enquanto bebe uma cerveja. Tentem. Depois me digam o resultado, além da ressaca no dia seguinte.


--Resumo da ópera --

Um jogo excelente, que mistura first person shooter com rpg, com jogabilidade e gráficos estonteantes, história não muito cativante mas interessante até certo ponto e... aquele gostinho de estar jogando Mad Max... Não tem preço.
Fica aí um vídeo de gameplay, que é o que importa e...








Até o próximo review!

Não se esqueçam de comentar! Vamos construindo e melhorando essa bagaça com a ajuda de vocês!

Cya

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Mana Khemia 2 - The Fall of Alchemy



Bora pro primeiro review?=D

Mana Khemia 2 se passa algum tempo depois(embora não se especifique quanto) do Mana Khemia, tanto que logo de cara, já aparecem alguns personagens do anterior, como o Flay Gunnar e o Prof. Zeppel. Mas não se animem, além desses dois, o único que faz uma pontinha como professor também, é o Tony.
Agora, as categorias!

- História - (8/10)
A história se passa de novo em Al-Revis Academy, embora agora, com a falta dos manas pelo lugar, ela se encontre no chão(no Mana Khemia, ela flutuava.). A academia está em péssimo estado, devido à falta de estudantes no lugar, causada pela queda do nível dos professores da mesma, o que resultou em colaboradores, "patrocinadores" e todos os que davam dinheiro pra academia simplesmente largarem a mesma de mão.
Aí aparece o Zeppel, agora professor e diretor da academia. Ele está em pânico, sem ter noção do que fazer pra não deixar a academia ir à falência, e é então que Marta, uma das colaboradoras mais importantes da academia, resolve "ajudar" o pobre Zeppel, que aparenta ter perdido sua força de vontade depois de velho(XD). Marta se torna presidente da academia, e muda completamente o calendário escolar. Agora é um ano de aulas, separados em aulas de alquimia e de combate, sendo que o ano que se passa o Mana Khemia 2 será o último de alquimia na academia, segundo as regras novas da Marta.
Depois de toda essa explicação, finalmente os personagens são apresentados. Logo no começo do jogo, se tem a opção de escolher entre Raze e Ulrika, os dois personagens principais, cada um com sua história na academia e em cursos diferentes(Raze faz combate, e Ulrika alquimia).
Raze é servo de Lily, uma das colaboradoras mais influentes da academia, que o arrasta junto com ela para Al-Revis, mesmo contra a vontade de Raze. Já Ulrika, vai depois de muito tempo juntando dinheiro, e vai em busca de fama e de descobrir como que o ovo de mana que ela possui pode levar ela à muitas riquezas.
Daí, dependendo de qual personagem o jogador escolheu, a história segue diferente. O que se sabe é que o mana da Ulrika tem poderes desconhecidos, o que mexe com o comportamento de Raze.
Dei nota 8 pra história, pois ela DEMORA MUITO a ser revelada, fora o fato de que pra entender um pouquinho da história geral, tu tem que terminar o jogo com o Raze, pra ter uma noção de quem a Ulrika é, e de que que o mana dela é capaz de fazer e qual o seu "elemento".
Sendo que só depois que se termina com os dois personagens, é que o extra scenario é liberado, contando a história real do game com detalhes, e os dois grupos juntos.

- Gráficos - (9/10)
Olha, sempre curti os gráficos 2D da NIS, embora saiba que os art works deles são melhores, o jogo não é nem um pouco feio, e segue a linha de Atelier Iris, Ar Tonelico, Disgaea...
Efeitos de magias, skills e etc em batalha também são muito bonitos, e bem feitos.

- Som - (10/10)
Olha, o GRANDE diferencial mesmo desse tipo de jogo da NIS, são as músicas. São demais, de acordo com a situação, fora que aqui no Mana Khemia 2 temos um plus: depois de terminar o jogo uma vez, um NPC aparece na academia, possibilitando a troca de BGM de batalha, entre as músicas do Mana Khemia 2 e do 1!\o/
Senti falta das músicas cantadas, embora as de abertura e final do jogo sejam cantadas, uma que outra durante o game não ia matar ninguém né?XD

- Jogabilidade e sistemas - (9/10)
Bom, a jogabilidade é praticamente como no Mana Khemia, com algumas pequenas modificações. Agora, antes de entrar em batalha, quando um contato com o inimigo acontece, um botão aparece na cabeça do mesmo, e se apertado corretamente, lhe garante o first strike da batalha.
Tocou no bichinho aí, aperta o botão que vai aparecer, e terá o first strike!\o/

Antigamente, a moral era sair que nem um louco apertando quadrado, que era o "strike" do jogo, pra poder se ter o first strike.
O Gathering também mudou um pouco, antigamente era só chegar, apertar X e tava feita a alegria mas agora não xD
Cada slot corresponde a um item(dã, lógico xD), que para quando se aperta X. Se quiser dar uma de louco e parar todos ao mesmo tempo, aperte O. Ficou melhor? Na minha opinião sim, vêm mais itens, e tu pode ter em um só gathering, até 4 tipos diferentes de item!

O mining também mudou, agora é tipo um jogo de memória(Não achei imagens .-.).
Vou tentar explicar: No mining, são 7 itens que se pode pegar. Cada item tem um botão correspondente, que é completamente aleatório entre quadrado, X, O e triângulo.E acima dos itens, há uma barra de tempo, que vai em direção aos teus itens. Se tu não apertar nenhum botão até a barra chegar no primeiro item, acabou, não ganha nada!xD
A sequência de botões aparece logo no começo do mining pra serem decorados. A partir daí, o tempo começa a correr e tente a sorte! Se por acaso, você tiver problemas pra decorar coisas, nem se irrite, mais adiante no jogo, terão 3 mana items que lhe permitem errar 1, 2, ou até 3 vezes cada botão!Daí fica fácil =D

Temos ainda o fishing /o/
A barra vermelha representa o tempo de fishing que se tem. Lá em cima, o nome do peixe e o "hp" dele, que tu tira, quando aperta o botão correspondente naquela parte mais avermelhada daonde aparece "AIM!". Simples não?XD

A síntese de itens continua igual ao do Mana Khemia, sem mudanças significativas, fora a adição do support(passive e active), que auxilia a síntese de acordo com o personagem escolhido pra ajudar na mesma.(Raze e Ulrika são sempre os responsáveis pela síntese, logo a escolha de alguém de grupo é ÚNICA E EXCLUISIVAMENTE para support.)

O grow book continua igual, os personagens evoluem de acordo com os itens que se produz, mas agora um suposto lvl up existe, quando se tem um número X de batalhas enfrentadas(já que não existe XP), aumentando SOMENTE o max HP e max SP, fim. Nada de def up e por aí vai. Isso só se aumenta no grow book o.ob
Como pode se notar, itens feitos, cada um com 3 slots de upgrade para o personagem, e cada um com um gasto de Ap(PORRA, 60000 DE AP?Também quero u_u), que se consegue lutando.
A novidade são as classes, que aparecem de acordo com a % do grow book preenchido, garantindo bônus em status, ou até vantagens em batalhas, vale a pena dar uma olhada.

Finalmente, as batalhas. Seguem bem o estilo de Atelier Iris 2 e 3 e lógico, do Mana Khemia, por spheres(embora nos outros, eram por cards), que nada mais são do que os turnos. O finishing strike ainda existe, agora sendo ativado no Unite mode(no Mana Khemia, era Burst Activation).
Naquela "wing gauge", a barra superior representa a % de unite gauge restante, enquanto a inferior, a barra de finishing strike, que se enche com support attacks, combos, e atacando com o elemento que é fraqueza do inimigo. Quando ela se enche...
Você pode escolher quem dos 3 personagens da frente(tem mais 2 atrás, que ficam em standby, e podem ser trocados durante a batalha com support attacks ou simplesmente switch), vai usar o seu finishing strike.
Mana extinguisher!(Aquele 101 ali não é o único dano LOL)

Há ainda os intimate stikes e guards, que nada mais são do que técnicas conjuntas de 2 personagens.

Dei nota 9 pois acho que o sistema de batalha do Mana Khemia 1 é mais rápido, ativando o Burst mais rápido e dando mais vontade de bater nos inimigos xD
Aqui já ficou um pouquinho mais lento, e são raros os momentos em que se vê um finishing strike(a não ser que seja um boss ou algo assim, com muito mais HP do que os inimigos normais).

- Replay - (7/10)
Olha, não há muita coisa extra pra se fazer em Mana Khemia 2, mesmo depois de ter feito o extra scenario, e isso é muito triste, pois no Mana Khemia 1, existia uma dungeon extra quando se terminava o game pela segunda vez.
A única coisa que pode ser notada aqui, é a tranferência de itens do Raze pra Ulrika e vice-versa, fim. Podia ter mais coisa né? Mas não tem.

- Resumão -
Mana Khemia 2 é um jogo ótimo, ainda mais pra quem já jogou outros RPG's da NIS e gosta do sistema. O jogo tem suas partes engraçadas, tristes, irritantes, e sonolentas, o que até prende o jogador por algumas horas.
O ruim é ter que fazer uma história de um personagem com 40 e tantas horas de jogo, pra ter que fazer a do outro, com mais 40 e tantas horas pra FINALMENTE entender a moral do game por completo =/
Mas apesar disso, ainda vale a pena, pra quem está que nem eu, esperando o Ar Tonelico III /o/
Prefiro o Mana Khemia 1, mas recomendo muito o 2. Bom jogo!
Nota final 43 /50

Espero que tenham gostado desse primeiro loooooongo review, comentem! Críticas contrutivas serão sempre bem-vindas ^^

Até a próxima!.o/

Apresentações /o/

Buenas!

Sim, eu estava querendo achar algum lugar pra fazer meus reviews em paz, mas não fui muito feliz no fotolog, pois já tenho uma conta lá, e ELE NÃO deixava eu fazer outro LOL
Eu já tava meio que com a idéia de fazer um blog a respeito de games mesmo, mas tenho que admitir, tava com uma preguiça do cão xD
Mas o Anki veio pedir, então, é porque tava na hora de fazer mesmo /o/

Pra quem já viu os meus raros reviews no meu fotolog, já tem uma noção de como vai funcionar isso daqui, embora eu queira fazer algumas mudanças, como dar notas, fora o fato do blog permitir mais imagens, o que vai facilitar a minha vida e a de vocês pra entenderem o jogo ^^
Pra quem ainda não viu algum review meu, seja bem vindo, e não esqueça de comentar!Assim eu me puxo mais pra fazer coisas muito melhores ^^

Agora uma rápida introdução quanto à minha pessoa.
Sou conhecido como Magus, jogo video-games desde os 6 anos(tô com 21 agora xD), e nesse tempo, sempre AMEI jogar video-games.
Tenho clara preferência por RPG's, estratégias, e jogos de luta, mas isso não quer dizer que eu não vá falar de um pouco de tudo aqui xD
(Não falei que ia ser uma rápida introdução?LOL)

Sem mais delongas, e mais uma vez, sejam bem vindos!Espero que gostem =D

.o/