domingo, 31 de janeiro de 2010

Pequenos Guerreiros no Oriente de Cartoon

Sem tempo a perder, já que o Magus não tá curado da lepra, direeeto pro review...BORA!



Tcharãn!



Não vamos julgar o livro pela capa, não é mesmo? Até porque um dos distribuidores desse jogo é a Square Enix e todos devemos um certo respeito gamístico à ela, concordam?

Produzido pelo IO Interactive que fez jogos legais como a série Hitman e o não tão legal mas divertido Kane&Lynch, ( Que vai ter uma sequência esse ano, esperem sair que o review vem!) nos dá uma idéia de que o jogo ao menos será bom. E não é só idéia não amiguinhos!

Vamos ver do que esse jogo com cara de Kiddy tem a nos oferecer?!


História (4/5):

A história de Mini Ninjas é simples, contada de uma maneira interessante e é bem importante para a história.

Depois da derrota de Evil Samurai, o Império teve mais de 300 anos de paz e tranquilidade, quando a secreta magia Kuji foi escondida e esquecida pela maioria das pessoas.

Porém, um dia tudo mudou. Tempestades varriam os campos do império e terremotos e enchentes apareciam nas outrora verdes planícies. Ninja Master pressentia algo ruim de cima da Ninja Mountain.

Evil Samurai havia retornado, porém, se escondia nos seus castelos a muito abandonados. Ninja Master, então, mandou seus discípulos para averiguar. Quando um não voltava, ele então mandava outro. Até que só sobraram dois dos mais improváveis discípulos para encontrar os outros e restaurar o balanço do mundo.

E é aí que nossa história começa! A partir disso tem spoilers e terão que jogar pra descobrir 8D

Outro ponto a se destacar, são os backgrounds de cada personagem. SPOILER ALERT! A cada vez que tu salva um dos teus companheiros ninjas, te disponibilizam um vídeo mostrando como aquele personagem chegou a Ninja Mountain e o treinamento até a partida deles para descobrir o que havia de errado. E cada um desses vídeos é fantástico! SPOILER ACABADO!


Gráficos (4.5/5):

O gráfico cartunesco de Mini Ninjas não peca por nada, sendo que quando tu estás jogando, na maioria das vezes não distingue o que está sendo renderizado e o que é background de fato!






Efeitos Sonoros (5/5):

Uma dos aspectos que se destacam neste jogo são os sons. Tudo é tão perfeitamente trabalhado, desde transições entre terrenos até socos e chutes, que tu tem uma impressão que o trabalho foi minucioso e minimalista ao extremo.

Todos os personagens tem pequenas falas e todas em japonês, tirando a narração. Cada magia e cada sussuro em japonês com uma voz quase infantil te faz ver a importância que deram ao som!

Impecável!


Jogabilidade (4.7/5):

Taí! Esse é um jogo de aventura em 3ª pessoa. Por que é tão bom? Pela criatividade e pela imersividade!

Primeiro que, uma vez que tu entra naquele mundo feudal japonês todo em cartoon, é difícil sair dele. É envolvente, fantástico e a parte sonora só ajuda isso.

Agora, um aspecto muito bacana é a escolha de personagens. Quando tu já liberou todos os teus aliados ninjas, tu pode escolher entre os personagens a seguir:



Hiro

O mais jovem de todos os ninjas, a sua habilidade especial é de dar um pulo estilo Trinity, parar o tempo e mirar inimigos parado no ar, para um Ass-Kicking digno de Bruce Lee! É o único que pode controlar a magia Kuji, podendo possuir animais e conjurar chuvas de meteoros sobre os inimigos.


Futo


O gordaço da parada, Futo luta com um martelo de madeira gigantesco e pode matar os maiores inimigos com apenas alguns golpes. Sua habilidade especial é uma super marretada com área de efeito grande.


Suzume


Sua arma sendo uma FLAUTA, Suzume se destaca (e como não poderia, uma vez que porra samurais com uma flautinha de madeira furreca). Ela é uma das mais ágeis e sua habilidade especial é no mínimo foda. Ela toca uma melodia com a flauta que hipnotiza todos os inimigos a volta. E à parte... Uma vez que ela começa a tocar flauta, tu não quer mais parar de ouvir aquela melodiazinha japonesa numa flauta de bambu.


Tora




O meu preferido dentre todos os personagens, Tora! Ele pensa que é um tigre, usa garras estilo Wolverine e tenta rugir e subir em árvores! O quão legal alguem precisa ser mais do que isso?!?!?!?!
Sua habilidade especial é correr bem rápido, como.... um tigre... PRÓXIMO!


Kunoichi

Kunoichi usa uma lança e a mais misteriosa do grupinho. Sua habilidade especial é girar a lança acima da cabeça e sair girando e girando e girando e matando a la louca!


E o último,

Shun




O sniper do grupo, Shun pode atacar os inimigos do grupo com seu arco e sua habilidade especial é atirar uma flecha/fogo de artifício que explode com dano de área.



Tu pode escolher e jogar com cada um desses personagens em praticamente qualquer ponto do jogo, obviamente depois de te-los libertado. A seleção pra escolha de qual tu queres usar é beeem parecida com o sistema de armadura de Crisis.
É obrigação falar um pouco dos inimigos, os samurais criados pelo Evil Samurai.


Os samurais são na verdade bichos da floresta que foram transformados a partir de magia negra. Quando tu destrói eles, eles viram bichinhos de novo! Então se tu matar 30 inimigos, cedo tu vai estar cerdado de coelhinhos, sapinhos, esquilinhos.... LOL!




Replay (2/5):

Só pela diversão de jogar novamente, uma vez que não há features novas para replay. Mas tenho que citar que antes de passar pra cada fase seguinte, tu tem os números de quantos objetos coletáveis deixou pra trás. Se tu quiser continuar nesta fase até coletar tudo, é possível. Mas como replay propriamente dito, o jogo peca.


Multiplayer (0/5):

Outro aspecto que peca é a falta de um online ou até Co-op na mesma máquina. Só isso.



Resumo da Ópera:

Pra quem quer um jogo não muito grande, com muita diversão, gráficos bonitos e que não exige 500% de concentração, Mini Ninja é uma ótima escolha.
O mundo construido é delicioso e, como já disse, se tu entrar, não quererá mais sair!

Excelente jogo! Acompanhado com uma cerveja é ótimo. Ou até um Sake, por que não?!?!?!


Tó aí, um vídeozinho de gameplay:




E é isso aí!

Comentem por favor, queremos sempre saber a opinião de vocês!

Até o próximo review!

Cya

sábado, 16 de janeiro de 2010

Volta dos Mortos em Le Mans!

Primeiro, desculpas pela falta de atualizações! Dezembro não tive tempo nem para respirar, quanto mais para vim ensinar vocês a jogar... já o Magus... pegou lepra e foi pra uma colônia de leprosos no Zimbabue. Acho que dentro em breve ele voltará também.

Acabando a sessão culpa, trago-vos um review de um jogo não tão novo, porém deliciosamente cremoso que não pode passar desapercebido...






Race Driver: Grid.


Porque existe mais no mundo que FPSs e RPGs!

Jogo da Codemasters. Preciso dizer mais? Acho que a série Collin McRae fala pela empresa quanto a jogos de corrida excelentes e realísticos.



História (5/5):

BRIMKS! Vocês esperam história em um jogo de corridas? Tá... Um carro brigou com o outro pra ver qual era mais rápido. Próximo tópico.


Gráficos (4,6/5):



Um dos melhores aspectos do jogo, com certeza. Desde a graminha do lado da pista até a pintura do teu carro esfregam perfeição na nossa cara. O fato de ser um jogo não tão novo continua a impressionar, mostrando o carinho com que fizeram esse jogo. Os replays das corridas são dignos de Oscar e sem mais. Cinematografia pura e linda, aliando os gráficos excelentes às câmeras e tomadas surreais. A imersão se complementa lindamente com o próximo item, falando nisso...


Efeitos Sonoros (5/5):

Se não O, um dos pontos altos de Grid é o som. Levaram a imersão ao extremo com esse aspecto. Cada som, desde a torcida até uma roçadinha de leve na zebra quase te levam pra dentro (ou fora, dependendo da câmera) do carro. Já as músicas não são nem um pouco memoráveis, mas com certeza o empenho que fizeram o som cobre a falta de uma música boa.

Jogabilidade (4/5) :

Aí que se separam homens de meninos! Race Driver: Grid não é um mero arcade. Ele mistura poucos elementos de jogos de corrida mais casuais como Need for Speed em um ambiente de simulação mais sério como o de Gran Turismo! Numa curva, se tu dá meia escapadinha, tu voa pra fora da pista perdendo a corrida e quiçá a vida. A física do jogo é realista até um ponto, mas não perfeita e o sistema de danos é fantástico... e falando em danos...

FLASHBACKS!!!1!

Exatamente, assim como um tal príncipe do Oriente Médio, em Grid tu podes voltar no tempo! Tá certo, tens um limite e nem sempre dá pra consertar o que tu fez, mas a tentativa é válida. Por exemplo, se você entrar de frente num muro a 300km/h ( e o faça, a destruição do carro é linda), aperte o botão de flashback e será mandado pra tela onde tu escolhe que parte anterior a total destruição massiva do teu carro queres voltar. E a melhor parte disso é ver tooodas as peças que quebraram e voaram do carro se juntando que nem super bonder divina!



E mais, você não é só piloto. Com a grana que tu ganha com as primeiras corridas, tu monta a tua equipe, vai comprando carros a medida que ganha dinheiro, patrocinadores vão aparecendo e pode até contratar companheiros de equipe pra dirigir contigo.
Com uma grande variação de estilos como Pro Tuned, Touring, Open Wheel e até Prototype e Demolition Derby, Race Driver nos apresenta um bom número de carros para destruir totalmente. Experimentem Demolition Derby, online, com os amigos... e uma cervejinha...é excelente!



Replay (1,5/5):

O jogo é gigantesco e o sistema todo de corridas, apesar de emocionante e divertido, pela segunda vez começa a ficar repetitivo e entediante. Mas como disse, é um jogo gigantesco que vai de campeonatos locais nos EUA, Europa e Japão até campeonatos mundias multibilionários. Com certeza, é diversão por muito tempo, embora limitado.


Multiplayer (3,5/5):

Nada de extraordinário, simplesmente funciona e é divertido para jogar com os amigos mas não é inovador.


Resumo da Ópera:

Race Driver: Grid é um jogo para amantes de corridas. Pode não ter física perfeita e a dirigibilidade pode não primar pela acuidade, mas é um jogo que tu tens que aprender a jogar e depois que consegues.... FICA MUITO DIVERTIDO! Recomendo para todos, desde amantes de Need for Speed até jogadores de Colheita Feliz. Um vídeo de gameplay para satisfazer a ânsia de vocês e...




Até o próximo review!


Não se esqueçam de comentar!
É o único jeito de melhorarmos!

Cya