
Operation Flashpoint – Dragon Rising
Review atrasadão, já que o jogo já está aí a algum tempo mas ninguém fala no coitado.
OF foi desenvolvido e publicado pela Codemasters para PC, 360 e PS3, então esperem menus fodas como os de Grid (JOGARAM?), jogabilidade fantástica com a engine EGO, usada em Grid, Collin McRae Dirt 1 e 2 e claro, o polimento que a Codemasters preza tanto nos seus joguinhos eletrônicos.
Dragon (force) Rising é um FPS/RTS/Simulador de guerra à Codemasters. Como assim? Já já te digo, meu irmão. Senta lá e espera um pouco.
História: (3.5/5)
A história de OF chega a nós como um sopro de novidade e brilhantismo da Codemasters. Não se espera que, na intro do jogo, se explique num vídeo tão genialmente político e sem firulas, toda a backstory que realmente FAZ a diferença.
Sentiu só?
Gráficos: (2/5)
O aspecto que não salta aos olhos, com certeza, é gráfico. Falta de Anti-Alias de fábrica e texturas pouco trabalhadas devidas à imensidão do jogo realmente nos tiram um pouco do clima, mas nada que atrapalhe a experiência maravilhosa que é jogar Dragon Rising.

Efeitos Sonoros: (3.5/5)
Os efeitos sonoros, tópicos da Codemasters, são impressionantes. Todo teu posicionamento espacial é dado por ele, além de que, é claro, ter um realismo absurdo e embasbacante. O som de uma granada explodindo do teu lado ou de uma M249 disparando a 300m são arrepiantes.Sem mais.
Jogabilidade: (5/5)
Aqui se separam os meninos dos homens. Operation Flashpoint – Dragon Rising é um jogo difícil. Não encare como Counter-Strike ou até mesmo CoD- Modern Warfare. É um jogo bem difícil. Com apenas poucos elementos de árcade, se parece muito com a série ArmA , só que bem feito. Tu és um comandante de um esquadrão de 4 homens, nem mais nem menos. Tu ta no meio de um pelotão gigantesco, tem que obedecer ordens e... ah é, tu tem uma ilha gigante inteira à tua disposição. Voltando a dificuldade: É difícil mirar, é difícil matar, é difícil coordenar, é difícil comandar.... Falando em comando... Lembrar Crisis e Mini Ninjas com seus menus circulares de ação rápida? Em OF, temos menus gigantescos e circulares de ações demoradas. Como assim, meu pequeno gafanhoto? Abra o menu e terá quatro opções, escolha uma delas e se abrirão mais quatro escolhas, opte por uma e vocês já viram que isso não pára tão cedo. Se você quiser flanquear um inimigo que está escondido em um prédio a frente, o que conta é ter decorado este menu, pois o jogo não pausa pra ti pensar e formular uma estratégia e até tu escolher: Move>Flank>Flank Right>Target Building (EXEMPLO ESTILÍSTICO), teu inimigo já comeu tua mãe.
E morrer não é difícil, esqueci de dizer. A realidade pode assustar, mas para quem gosta de FPS de guerra realístico, esse é um prato cheio... de veículos!
Tu podes controlar todo e qualquer equipamento de deslocamento ou ataque, motorizado ou não. Desculpem. Controlar é uma palavra forte demais... Tu pode entrar em qualquer um, se vais ou não conseguir tirá-lo do lugar é outra história.
Replay: (1.5/5)
O valor do replay é praticamente nulo. Dou 1.5 pelo divertimento puro e simples que o jogo proporciona.
Multiplayer (3.5/5)
O valor total do jogo. Com amigos. E cerveja! Querem mais o que?
Resumo da Ópera: (4.6/5)
Quem gosta de FPS, dificuldade, realismo e guerra TEM que ter Operation Flashpoint – Dragon Rising no currículo. A sensação de se esconder numa moita e ordenar um ataque de Howitzer numa aldeia de inimigos e vê-la indo pelos ares com todos gráficose sons que temos direito...é ótima! Ainda mais com aqueela cervejinha do teu lado. Um Mustplay, com certeza! Outra obra prima da Codemasters.
Então, aquele cláááássico videozinho de Gameplay e até o próximo!
Um comentário:
MANO, DE BOA?
Deu vontade.
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