domingo, 31 de janeiro de 2010

Pequenos Guerreiros no Oriente de Cartoon

Sem tempo a perder, já que o Magus não tá curado da lepra, direeeto pro review...BORA!



Tcharãn!



Não vamos julgar o livro pela capa, não é mesmo? Até porque um dos distribuidores desse jogo é a Square Enix e todos devemos um certo respeito gamístico à ela, concordam?

Produzido pelo IO Interactive que fez jogos legais como a série Hitman e o não tão legal mas divertido Kane&Lynch, ( Que vai ter uma sequência esse ano, esperem sair que o review vem!) nos dá uma idéia de que o jogo ao menos será bom. E não é só idéia não amiguinhos!

Vamos ver do que esse jogo com cara de Kiddy tem a nos oferecer?!


História (4/5):

A história de Mini Ninjas é simples, contada de uma maneira interessante e é bem importante para a história.

Depois da derrota de Evil Samurai, o Império teve mais de 300 anos de paz e tranquilidade, quando a secreta magia Kuji foi escondida e esquecida pela maioria das pessoas.

Porém, um dia tudo mudou. Tempestades varriam os campos do império e terremotos e enchentes apareciam nas outrora verdes planícies. Ninja Master pressentia algo ruim de cima da Ninja Mountain.

Evil Samurai havia retornado, porém, se escondia nos seus castelos a muito abandonados. Ninja Master, então, mandou seus discípulos para averiguar. Quando um não voltava, ele então mandava outro. Até que só sobraram dois dos mais improváveis discípulos para encontrar os outros e restaurar o balanço do mundo.

E é aí que nossa história começa! A partir disso tem spoilers e terão que jogar pra descobrir 8D

Outro ponto a se destacar, são os backgrounds de cada personagem. SPOILER ALERT! A cada vez que tu salva um dos teus companheiros ninjas, te disponibilizam um vídeo mostrando como aquele personagem chegou a Ninja Mountain e o treinamento até a partida deles para descobrir o que havia de errado. E cada um desses vídeos é fantástico! SPOILER ACABADO!


Gráficos (4.5/5):

O gráfico cartunesco de Mini Ninjas não peca por nada, sendo que quando tu estás jogando, na maioria das vezes não distingue o que está sendo renderizado e o que é background de fato!






Efeitos Sonoros (5/5):

Uma dos aspectos que se destacam neste jogo são os sons. Tudo é tão perfeitamente trabalhado, desde transições entre terrenos até socos e chutes, que tu tem uma impressão que o trabalho foi minucioso e minimalista ao extremo.

Todos os personagens tem pequenas falas e todas em japonês, tirando a narração. Cada magia e cada sussuro em japonês com uma voz quase infantil te faz ver a importância que deram ao som!

Impecável!


Jogabilidade (4.7/5):

Taí! Esse é um jogo de aventura em 3ª pessoa. Por que é tão bom? Pela criatividade e pela imersividade!

Primeiro que, uma vez que tu entra naquele mundo feudal japonês todo em cartoon, é difícil sair dele. É envolvente, fantástico e a parte sonora só ajuda isso.

Agora, um aspecto muito bacana é a escolha de personagens. Quando tu já liberou todos os teus aliados ninjas, tu pode escolher entre os personagens a seguir:



Hiro

O mais jovem de todos os ninjas, a sua habilidade especial é de dar um pulo estilo Trinity, parar o tempo e mirar inimigos parado no ar, para um Ass-Kicking digno de Bruce Lee! É o único que pode controlar a magia Kuji, podendo possuir animais e conjurar chuvas de meteoros sobre os inimigos.


Futo


O gordaço da parada, Futo luta com um martelo de madeira gigantesco e pode matar os maiores inimigos com apenas alguns golpes. Sua habilidade especial é uma super marretada com área de efeito grande.


Suzume


Sua arma sendo uma FLAUTA, Suzume se destaca (e como não poderia, uma vez que porra samurais com uma flautinha de madeira furreca). Ela é uma das mais ágeis e sua habilidade especial é no mínimo foda. Ela toca uma melodia com a flauta que hipnotiza todos os inimigos a volta. E à parte... Uma vez que ela começa a tocar flauta, tu não quer mais parar de ouvir aquela melodiazinha japonesa numa flauta de bambu.


Tora




O meu preferido dentre todos os personagens, Tora! Ele pensa que é um tigre, usa garras estilo Wolverine e tenta rugir e subir em árvores! O quão legal alguem precisa ser mais do que isso?!?!?!?!
Sua habilidade especial é correr bem rápido, como.... um tigre... PRÓXIMO!


Kunoichi

Kunoichi usa uma lança e a mais misteriosa do grupinho. Sua habilidade especial é girar a lança acima da cabeça e sair girando e girando e girando e matando a la louca!


E o último,

Shun




O sniper do grupo, Shun pode atacar os inimigos do grupo com seu arco e sua habilidade especial é atirar uma flecha/fogo de artifício que explode com dano de área.



Tu pode escolher e jogar com cada um desses personagens em praticamente qualquer ponto do jogo, obviamente depois de te-los libertado. A seleção pra escolha de qual tu queres usar é beeem parecida com o sistema de armadura de Crisis.
É obrigação falar um pouco dos inimigos, os samurais criados pelo Evil Samurai.


Os samurais são na verdade bichos da floresta que foram transformados a partir de magia negra. Quando tu destrói eles, eles viram bichinhos de novo! Então se tu matar 30 inimigos, cedo tu vai estar cerdado de coelhinhos, sapinhos, esquilinhos.... LOL!




Replay (2/5):

Só pela diversão de jogar novamente, uma vez que não há features novas para replay. Mas tenho que citar que antes de passar pra cada fase seguinte, tu tem os números de quantos objetos coletáveis deixou pra trás. Se tu quiser continuar nesta fase até coletar tudo, é possível. Mas como replay propriamente dito, o jogo peca.


Multiplayer (0/5):

Outro aspecto que peca é a falta de um online ou até Co-op na mesma máquina. Só isso.



Resumo da Ópera:

Pra quem quer um jogo não muito grande, com muita diversão, gráficos bonitos e que não exige 500% de concentração, Mini Ninja é uma ótima escolha.
O mundo construido é delicioso e, como já disse, se tu entrar, não quererá mais sair!

Excelente jogo! Acompanhado com uma cerveja é ótimo. Ou até um Sake, por que não?!?!?!


Tó aí, um vídeozinho de gameplay:




E é isso aí!

Comentem por favor, queremos sempre saber a opinião de vocês!

Até o próximo review!

Cya

sábado, 16 de janeiro de 2010

Volta dos Mortos em Le Mans!

Primeiro, desculpas pela falta de atualizações! Dezembro não tive tempo nem para respirar, quanto mais para vim ensinar vocês a jogar... já o Magus... pegou lepra e foi pra uma colônia de leprosos no Zimbabue. Acho que dentro em breve ele voltará também.

Acabando a sessão culpa, trago-vos um review de um jogo não tão novo, porém deliciosamente cremoso que não pode passar desapercebido...






Race Driver: Grid.


Porque existe mais no mundo que FPSs e RPGs!

Jogo da Codemasters. Preciso dizer mais? Acho que a série Collin McRae fala pela empresa quanto a jogos de corrida excelentes e realísticos.



História (5/5):

BRIMKS! Vocês esperam história em um jogo de corridas? Tá... Um carro brigou com o outro pra ver qual era mais rápido. Próximo tópico.


Gráficos (4,6/5):



Um dos melhores aspectos do jogo, com certeza. Desde a graminha do lado da pista até a pintura do teu carro esfregam perfeição na nossa cara. O fato de ser um jogo não tão novo continua a impressionar, mostrando o carinho com que fizeram esse jogo. Os replays das corridas são dignos de Oscar e sem mais. Cinematografia pura e linda, aliando os gráficos excelentes às câmeras e tomadas surreais. A imersão se complementa lindamente com o próximo item, falando nisso...


Efeitos Sonoros (5/5):

Se não O, um dos pontos altos de Grid é o som. Levaram a imersão ao extremo com esse aspecto. Cada som, desde a torcida até uma roçadinha de leve na zebra quase te levam pra dentro (ou fora, dependendo da câmera) do carro. Já as músicas não são nem um pouco memoráveis, mas com certeza o empenho que fizeram o som cobre a falta de uma música boa.

Jogabilidade (4/5) :

Aí que se separam homens de meninos! Race Driver: Grid não é um mero arcade. Ele mistura poucos elementos de jogos de corrida mais casuais como Need for Speed em um ambiente de simulação mais sério como o de Gran Turismo! Numa curva, se tu dá meia escapadinha, tu voa pra fora da pista perdendo a corrida e quiçá a vida. A física do jogo é realista até um ponto, mas não perfeita e o sistema de danos é fantástico... e falando em danos...

FLASHBACKS!!!1!

Exatamente, assim como um tal príncipe do Oriente Médio, em Grid tu podes voltar no tempo! Tá certo, tens um limite e nem sempre dá pra consertar o que tu fez, mas a tentativa é válida. Por exemplo, se você entrar de frente num muro a 300km/h ( e o faça, a destruição do carro é linda), aperte o botão de flashback e será mandado pra tela onde tu escolhe que parte anterior a total destruição massiva do teu carro queres voltar. E a melhor parte disso é ver tooodas as peças que quebraram e voaram do carro se juntando que nem super bonder divina!



E mais, você não é só piloto. Com a grana que tu ganha com as primeiras corridas, tu monta a tua equipe, vai comprando carros a medida que ganha dinheiro, patrocinadores vão aparecendo e pode até contratar companheiros de equipe pra dirigir contigo.
Com uma grande variação de estilos como Pro Tuned, Touring, Open Wheel e até Prototype e Demolition Derby, Race Driver nos apresenta um bom número de carros para destruir totalmente. Experimentem Demolition Derby, online, com os amigos... e uma cervejinha...é excelente!



Replay (1,5/5):

O jogo é gigantesco e o sistema todo de corridas, apesar de emocionante e divertido, pela segunda vez começa a ficar repetitivo e entediante. Mas como disse, é um jogo gigantesco que vai de campeonatos locais nos EUA, Europa e Japão até campeonatos mundias multibilionários. Com certeza, é diversão por muito tempo, embora limitado.


Multiplayer (3,5/5):

Nada de extraordinário, simplesmente funciona e é divertido para jogar com os amigos mas não é inovador.


Resumo da Ópera:

Race Driver: Grid é um jogo para amantes de corridas. Pode não ter física perfeita e a dirigibilidade pode não primar pela acuidade, mas é um jogo que tu tens que aprender a jogar e depois que consegues.... FICA MUITO DIVERTIDO! Recomendo para todos, desde amantes de Need for Speed até jogadores de Colheita Feliz. Um vídeo de gameplay para satisfazer a ânsia de vocês e...




Até o próximo review!


Não se esqueçam de comentar!
É o único jeito de melhorarmos!

Cya

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Apresentação / Borderlands

Rápida apresentação e depois um review bacaninha pra vocês!


Bom, eu sou o Braz, jogo desde... que o mundo é mundo, minhas notas são de 0 a 5 e meus gostos gamísticos variam de jogos de corrida até tetris no celular, passando por RTS, FPS e RPG.

Falando em FPS e RPG:




Borderlands!!

E falando em Borderlands...WTF!


É um jogo criado pela Gearbox e publicado pela 2k, tendo a última nos agraciado nos últimos anos com BELOS jogos como Bioshock, Dungeon Siege e os não tão belos como Family Guy Video Game e The DaVinci Code.


Então...


História (2/5)

A história em Borderlands é bastante falha ao meu ver. Ela começa 200 anos depois da descoberta do Vault (que original...) onde hipotéticamente existe um tesouro. Isso atrai caçadores de recompensa e você até o planeta Pandora, onde existem 3 chaves para abrir o tão almejado Vault. E a Storyline do jogo se baseia em você tentando a todo custo abrir o Vault e lutando contra os outros milhares de caçadores de recompensas como tu.

O que salva a história, é que cada um dos quatro personagens que tu podes escolher tem um passado diferente e até um ponto interessante, uma vez que cada classe tem o seu propósito diferente no jogo.

Classes:

Mordecai - Hunter




Mordecai foi a Pandora a procura de um homem chamado Yujinny, que teve alguma ligação com seu passado. Depois de descobrir que Yujinny morreu, Mordecai sai a procura da causa de sua morte e o que ele tinha consigo. Sendo um hunter, tem uma afinidade com Snipers e armas de longo alcance em geral e tem um Bloodwing (algo como um falcão cheio de esteróides) de estimação que também é o seu poder principal, podendo atacar seus inimigos.


Lilith - Siren




Lilith era uma humana, porém se tornou uma Siren (Sereia) ou Witch (Bruxa) depois de entrar em contato com tecnologia alienígena. Sirens eram seres humanos que ganharam poderes sobrenaturais e existem no universo apenas 6 Sirens e Lilith vai a Pandora a procura de uma suposta Siren que está no planeta. Sendo essa classe como um assassino, o jogador tem a habilidade da Phasewalk, que possibilita que Lilith passe para outra dimensão rapidamente em que fica invisível e se movimenta rapidamente.

Roland - Soldier



Roland fazia parte da Crimson Lance, uma espécie de máfia fortemente armada e treinada que existia em Pandora. Ele descobre que o líder dos Brigadiers tem um nome muito parecido com o de um homem que ele tinha jurado matar e portanto sai da "máfia". O seu poder principal é montar uma torre de suporte para combate a curta distância.

Brick - Berserker



Brick tem a história mais fraca de todos. Simplesmente ele está em Pandora procurando a irmã perdida. É um gigante, que pode entrar em Rage Mode e de repente seus socos ficam tão fortes quanto qualquer arma no jogo.


Gráficos (4,5/5)




Well, os gráficos de Borderlands são ótimos e não tem mais. Cell Shading sempre vai funcionar com jogos bem feitos, e como este jogo tem um clima Western/Mad Max, dá um outro nível à jogabilidade do que um Gears of War, por exemplo.


Efeitos Sonoros (3/5)

Embora os sons deliciosos de tu matando um Skag ou atropelando teus inimigos, não tem nada que chame a atenção e desperte um interesse a mais. Simplesmente bem feito, nada geniaaaal.


Jogabilidade (5/5)

AÍ! Aí é que o jogo vale a pena cada centavo!

Borderlands mistura FPS e RPG de uma maneira deliciosa como só fãs dos dois estilos podem entender.

Todo o sistema de build do teu personagem tem uma cara e um gosto de RPG excelente (do tipo sistema de dano ser por pequenos números pipocando pra fora da cabeça do inimigo) e ter essa experiência repassada pra um FPS de QUALIDADE é maravilhoso.


Árvore de Skills de Mordecai.


E MAIS!
A Gearbox fez um sistema de randomização de armas que é, no mínimo, embasbacante. Dizem por aí, que o número de armas possíveis é de 17 MILHÕES!!! (informação publicada pela própria Gearbox no PAX desse ano)

Esse gerador leva em conta desde o poder da tua arma até a distância de mira, passando por tamanho de cartucho, tipo de munição, velocidade de disparo, tamanho do corpo da arma, material fabricado e até os special damages, como efeito de fogo, elétrico e mais.
Isso quer dizer basicamente que ninguém até agora jogou o jogo com as mesmas armas. Contando que existam revólveres, pistolas, sub-metralhadoras, rifles de combate, escopetas, snipers, RPGs e até armas alienígenas feitas pela raça Eridian, que tem poderes sensacionais. E esse gerador também leva em conta os inimigos que tu encontras e as ações e possíveis tipos que eles podem ter/ser.

IMPECÁVEL!

Cada personagem, como citei antes, tem seus poderes individuas, que de acordo com as skills que tu aloca, podem ter mais poder, menos tempo de espera para reuso, algum dano elemental e assim por diante.


Replay (5/5)

O jogo tem embutido um sistema de múltiplos Playthroughs, em que tu é encorajado a jogar várias vezes. Uma vez que tu não consegue atingir o level máximo em uma vez, existe o Playthrough 2 em que tu podes continuar com teu personagem, os inimigos ficam mais fortes (e isso significa um loot cada vez melhor), tu podes matar todos os chefes novamente para experiência e itens melhores. E o replay tem seu valor multiplicado quando somado ao...

Multiplayer (5/5)

Também muito polido, o multiplayer de Borderlands não deixa nada a desejar. Tu podes criar um server para jogar com mais 3 pessoas cooperativo e avançar na tua própria história. Existem também arenas onde é possível lutar com seus amigos ATÉ A MOOOORTE! E realmente, boa parte da diversão é logar, pegar seus headsets e jogar enquanto bebe uma cerveja. Tentem. Depois me digam o resultado, além da ressaca no dia seguinte.


--Resumo da ópera --

Um jogo excelente, que mistura first person shooter com rpg, com jogabilidade e gráficos estonteantes, história não muito cativante mas interessante até certo ponto e... aquele gostinho de estar jogando Mad Max... Não tem preço.
Fica aí um vídeo de gameplay, que é o que importa e...








Até o próximo review!

Não se esqueçam de comentar! Vamos construindo e melhorando essa bagaça com a ajuda de vocês!

Cya

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Mana Khemia 2 - The Fall of Alchemy



Bora pro primeiro review?=D

Mana Khemia 2 se passa algum tempo depois(embora não se especifique quanto) do Mana Khemia, tanto que logo de cara, já aparecem alguns personagens do anterior, como o Flay Gunnar e o Prof. Zeppel. Mas não se animem, além desses dois, o único que faz uma pontinha como professor também, é o Tony.
Agora, as categorias!

- História - (8/10)
A história se passa de novo em Al-Revis Academy, embora agora, com a falta dos manas pelo lugar, ela se encontre no chão(no Mana Khemia, ela flutuava.). A academia está em péssimo estado, devido à falta de estudantes no lugar, causada pela queda do nível dos professores da mesma, o que resultou em colaboradores, "patrocinadores" e todos os que davam dinheiro pra academia simplesmente largarem a mesma de mão.
Aí aparece o Zeppel, agora professor e diretor da academia. Ele está em pânico, sem ter noção do que fazer pra não deixar a academia ir à falência, e é então que Marta, uma das colaboradoras mais importantes da academia, resolve "ajudar" o pobre Zeppel, que aparenta ter perdido sua força de vontade depois de velho(XD). Marta se torna presidente da academia, e muda completamente o calendário escolar. Agora é um ano de aulas, separados em aulas de alquimia e de combate, sendo que o ano que se passa o Mana Khemia 2 será o último de alquimia na academia, segundo as regras novas da Marta.
Depois de toda essa explicação, finalmente os personagens são apresentados. Logo no começo do jogo, se tem a opção de escolher entre Raze e Ulrika, os dois personagens principais, cada um com sua história na academia e em cursos diferentes(Raze faz combate, e Ulrika alquimia).
Raze é servo de Lily, uma das colaboradoras mais influentes da academia, que o arrasta junto com ela para Al-Revis, mesmo contra a vontade de Raze. Já Ulrika, vai depois de muito tempo juntando dinheiro, e vai em busca de fama e de descobrir como que o ovo de mana que ela possui pode levar ela à muitas riquezas.
Daí, dependendo de qual personagem o jogador escolheu, a história segue diferente. O que se sabe é que o mana da Ulrika tem poderes desconhecidos, o que mexe com o comportamento de Raze.
Dei nota 8 pra história, pois ela DEMORA MUITO a ser revelada, fora o fato de que pra entender um pouquinho da história geral, tu tem que terminar o jogo com o Raze, pra ter uma noção de quem a Ulrika é, e de que que o mana dela é capaz de fazer e qual o seu "elemento".
Sendo que só depois que se termina com os dois personagens, é que o extra scenario é liberado, contando a história real do game com detalhes, e os dois grupos juntos.

- Gráficos - (9/10)
Olha, sempre curti os gráficos 2D da NIS, embora saiba que os art works deles são melhores, o jogo não é nem um pouco feio, e segue a linha de Atelier Iris, Ar Tonelico, Disgaea...
Efeitos de magias, skills e etc em batalha também são muito bonitos, e bem feitos.

- Som - (10/10)
Olha, o GRANDE diferencial mesmo desse tipo de jogo da NIS, são as músicas. São demais, de acordo com a situação, fora que aqui no Mana Khemia 2 temos um plus: depois de terminar o jogo uma vez, um NPC aparece na academia, possibilitando a troca de BGM de batalha, entre as músicas do Mana Khemia 2 e do 1!\o/
Senti falta das músicas cantadas, embora as de abertura e final do jogo sejam cantadas, uma que outra durante o game não ia matar ninguém né?XD

- Jogabilidade e sistemas - (9/10)
Bom, a jogabilidade é praticamente como no Mana Khemia, com algumas pequenas modificações. Agora, antes de entrar em batalha, quando um contato com o inimigo acontece, um botão aparece na cabeça do mesmo, e se apertado corretamente, lhe garante o first strike da batalha.
Tocou no bichinho aí, aperta o botão que vai aparecer, e terá o first strike!\o/

Antigamente, a moral era sair que nem um louco apertando quadrado, que era o "strike" do jogo, pra poder se ter o first strike.
O Gathering também mudou um pouco, antigamente era só chegar, apertar X e tava feita a alegria mas agora não xD
Cada slot corresponde a um item(dã, lógico xD), que para quando se aperta X. Se quiser dar uma de louco e parar todos ao mesmo tempo, aperte O. Ficou melhor? Na minha opinião sim, vêm mais itens, e tu pode ter em um só gathering, até 4 tipos diferentes de item!

O mining também mudou, agora é tipo um jogo de memória(Não achei imagens .-.).
Vou tentar explicar: No mining, são 7 itens que se pode pegar. Cada item tem um botão correspondente, que é completamente aleatório entre quadrado, X, O e triângulo.E acima dos itens, há uma barra de tempo, que vai em direção aos teus itens. Se tu não apertar nenhum botão até a barra chegar no primeiro item, acabou, não ganha nada!xD
A sequência de botões aparece logo no começo do mining pra serem decorados. A partir daí, o tempo começa a correr e tente a sorte! Se por acaso, você tiver problemas pra decorar coisas, nem se irrite, mais adiante no jogo, terão 3 mana items que lhe permitem errar 1, 2, ou até 3 vezes cada botão!Daí fica fácil =D

Temos ainda o fishing /o/
A barra vermelha representa o tempo de fishing que se tem. Lá em cima, o nome do peixe e o "hp" dele, que tu tira, quando aperta o botão correspondente naquela parte mais avermelhada daonde aparece "AIM!". Simples não?XD

A síntese de itens continua igual ao do Mana Khemia, sem mudanças significativas, fora a adição do support(passive e active), que auxilia a síntese de acordo com o personagem escolhido pra ajudar na mesma.(Raze e Ulrika são sempre os responsáveis pela síntese, logo a escolha de alguém de grupo é ÚNICA E EXCLUISIVAMENTE para support.)

O grow book continua igual, os personagens evoluem de acordo com os itens que se produz, mas agora um suposto lvl up existe, quando se tem um número X de batalhas enfrentadas(já que não existe XP), aumentando SOMENTE o max HP e max SP, fim. Nada de def up e por aí vai. Isso só se aumenta no grow book o.ob
Como pode se notar, itens feitos, cada um com 3 slots de upgrade para o personagem, e cada um com um gasto de Ap(PORRA, 60000 DE AP?Também quero u_u), que se consegue lutando.
A novidade são as classes, que aparecem de acordo com a % do grow book preenchido, garantindo bônus em status, ou até vantagens em batalhas, vale a pena dar uma olhada.

Finalmente, as batalhas. Seguem bem o estilo de Atelier Iris 2 e 3 e lógico, do Mana Khemia, por spheres(embora nos outros, eram por cards), que nada mais são do que os turnos. O finishing strike ainda existe, agora sendo ativado no Unite mode(no Mana Khemia, era Burst Activation).
Naquela "wing gauge", a barra superior representa a % de unite gauge restante, enquanto a inferior, a barra de finishing strike, que se enche com support attacks, combos, e atacando com o elemento que é fraqueza do inimigo. Quando ela se enche...
Você pode escolher quem dos 3 personagens da frente(tem mais 2 atrás, que ficam em standby, e podem ser trocados durante a batalha com support attacks ou simplesmente switch), vai usar o seu finishing strike.
Mana extinguisher!(Aquele 101 ali não é o único dano LOL)

Há ainda os intimate stikes e guards, que nada mais são do que técnicas conjuntas de 2 personagens.

Dei nota 9 pois acho que o sistema de batalha do Mana Khemia 1 é mais rápido, ativando o Burst mais rápido e dando mais vontade de bater nos inimigos xD
Aqui já ficou um pouquinho mais lento, e são raros os momentos em que se vê um finishing strike(a não ser que seja um boss ou algo assim, com muito mais HP do que os inimigos normais).

- Replay - (7/10)
Olha, não há muita coisa extra pra se fazer em Mana Khemia 2, mesmo depois de ter feito o extra scenario, e isso é muito triste, pois no Mana Khemia 1, existia uma dungeon extra quando se terminava o game pela segunda vez.
A única coisa que pode ser notada aqui, é a tranferência de itens do Raze pra Ulrika e vice-versa, fim. Podia ter mais coisa né? Mas não tem.

- Resumão -
Mana Khemia 2 é um jogo ótimo, ainda mais pra quem já jogou outros RPG's da NIS e gosta do sistema. O jogo tem suas partes engraçadas, tristes, irritantes, e sonolentas, o que até prende o jogador por algumas horas.
O ruim é ter que fazer uma história de um personagem com 40 e tantas horas de jogo, pra ter que fazer a do outro, com mais 40 e tantas horas pra FINALMENTE entender a moral do game por completo =/
Mas apesar disso, ainda vale a pena, pra quem está que nem eu, esperando o Ar Tonelico III /o/
Prefiro o Mana Khemia 1, mas recomendo muito o 2. Bom jogo!
Nota final 43 /50

Espero que tenham gostado desse primeiro loooooongo review, comentem! Críticas contrutivas serão sempre bem-vindas ^^

Até a próxima!.o/

Apresentações /o/

Buenas!

Sim, eu estava querendo achar algum lugar pra fazer meus reviews em paz, mas não fui muito feliz no fotolog, pois já tenho uma conta lá, e ELE NÃO deixava eu fazer outro LOL
Eu já tava meio que com a idéia de fazer um blog a respeito de games mesmo, mas tenho que admitir, tava com uma preguiça do cão xD
Mas o Anki veio pedir, então, é porque tava na hora de fazer mesmo /o/

Pra quem já viu os meus raros reviews no meu fotolog, já tem uma noção de como vai funcionar isso daqui, embora eu queira fazer algumas mudanças, como dar notas, fora o fato do blog permitir mais imagens, o que vai facilitar a minha vida e a de vocês pra entenderem o jogo ^^
Pra quem ainda não viu algum review meu, seja bem vindo, e não esqueça de comentar!Assim eu me puxo mais pra fazer coisas muito melhores ^^

Agora uma rápida introdução quanto à minha pessoa.
Sou conhecido como Magus, jogo video-games desde os 6 anos(tô com 21 agora xD), e nesse tempo, sempre AMEI jogar video-games.
Tenho clara preferência por RPG's, estratégias, e jogos de luta, mas isso não quer dizer que eu não vá falar de um pouco de tudo aqui xD
(Não falei que ia ser uma rápida introdução?LOL)

Sem mais delongas, e mais uma vez, sejam bem vindos!Espero que gostem =D

.o/